sábado, 17 de setembro de 2011

A atuação dos espíritos malignos



Marcos 9.14-29 

Lembro-me de uma família no bairro Concórdia na qual havia um rapaz chamado Paulo. Ele era uma pessoa muito maravilhosa, mas tinha um espírito maligno que entrava nele e quando isso acontecia, ele ficava louco. 

Toda família sofria, muitas vezes a polícia civil amarrava esse rapaz porque ele começava a quebrar as coisas dentro de casa, ficava agressivo e ninguém sabia o que fazer. Ele ficava acuado, rosnava e eu observava aquilo e não via nenhuma pessoa que fizesse uma oração pelo Paulo. 

Era um grande sofrimento para todos. Passava-se o tempo ele se acalmava e depois de uns meses voltava a crise. A polícia o prendia novamente e depois o liberava porque ele não era um criminoso.

A única coisa que as pessoas tinham para o Paulo eram cordas, era um espetáculo degradante.

O pai do livro de Marcos 9.14-29 era um pai que sofria por ver seu filho possesso. Os espíritos malignos destroem a vida das pessoas, as humilham, e as colocam em posição degradante perante a sociedade. 

Os demônios trabalham na fraqueza da mente das pessoas que cometem uma tragédia e não sabem o que fizeram, porque estão possessas

Os espíritos malignos desvirtuam os bons costumes, denigrem o que é certo, destroem famílias, trabalham com o engano.

Muitas pessoas estão possessas e nem sabem. Existem mendigos aprisionados por satanás, geralmente essas pessoas são estudadas, de boas famílias e de repente entram numa situação triste, moram na rua, ficam meses sem tomar banho, andam sem direção e isso acontece como resultado da atuação do diabo em suas vidas.

Como uma pessoa em sã consciência pode ficar tanto tempo sem tomar banho e gostar de viver no meio da sujeira? 

Jesus perguntou ao pai do menino: “Há quanto tempo se sucede isso?” O pai responde:“Desde criança, o diabo o lança no fogo e na água.”

Existem pessoas sofrendo pelas consequências do espírito maligno que atuam em suas vidas. Já percebeu que os mendigos andam com mãos fechadas, pegam toco de cigarro no chão, andam com saco nas costas, não tem olhar fixo... Isso acontece por causa de algum problema sofrido que gerou brechas para que um espírito maligno entrasse. 

Jogos malignos, filmes de terror, de bruxaria, são pontos de contato para que demônios entrem e destruam vidas. 

O diabo não aparece de rabo e chifre, ele aparece usando sapatinho de algodão.


Precisamos saber que existem lutas, opressões e que o espírito maligno precisa de um corpo. Pode ser um cavalo, um gato, etc, ele só precisa de um corpo para atingir alguém. 

Mas Jesus liberta, Ele libertou aquele garoto e o entregou ao pai. Em nome de Jesus toda opressão, toda ingerência do maligno nas famílias repreendo em nome do Senhor Jesus. 

Jesus perguntou: 
"Até quando vos sofrereis?" Até quando o diabo zombará de você, até quando pegará seu casamento, seu ministério e jogar no fogo? Responda: "Até te encontrar Jesus."

Não precisamos sofrer nas mãos do diabo, o poder de Deus, o dynamus é Jesus, não é Maomé, não é Confuncio, não é o Papa, não é Aparecida do Norte, não é Pr. Jorge, Billy Graham, o poder de Deus é Jesus Cristo, Ele é o Senhor que liberta, que livra de toda opressão, de toda angústia. 

O diabo zombou só até agora, porque Jesus chegou! Aleluia!

Pr. Jorge Linhares

O ALARME INTERIOR MOSTRA A LUZ VERMELHA ? CUIDADO!


"Ele lhes disse: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer. Então foram sós num barco para um lugar solitário" (Marcos 6:31-32).

Descanso e restauração não constituem luxo; são necessi­dades essenciais. Ficar a sós e descansar durante um período não é egoísmo; é ser parecido com Cristo.

Pegar um dia de folga por semana, e presentear-se com um período de férias relaxantes e revigorantes não é carnal; é espiritual.

Nada há, absolutamente nada de invejável ou espiritual em coronárias entupidas, ou nervos esfrangalhados. Tampouco um programa ultra-ativo é, necessariamente, marca de uma vida produtiva. Eu constantemente me lembro do antigo lema grego: "o arco que está sempre flexionado acabará se quebrando."

Bem, como é que a coisa funciona em sua vida? Vamos fazer uma breve apreciação. Faça uma pausa longa o suficiente para você rever tudo, e refletir. Procure ser honesto ao responder às seguintes perguntas, que talvez o magoem um pouco:

Estou gostando da maior parte de minhas atividades, ou ape­nas estou tolerando-as?

Tenho engolido minhas refeições às pressas, ou venho dando tempo suficiente para provar e usufruir o alimento?

Dou a mim mesmo permissão para um relaxamento, um mo­mento de lazer, para estar tranqüilo?

Será que as outras pessoas acham que estou trabalhando de­mais, durante muitas horas, ou vivendo sob tensão? Sinto-me às vezes entediado e muitas vezes preocupado?

Estou mantendo-me em forma, fisicamente? Considero meu corpo importante o suficiente para seguir uma dieta ali­mentar, com exercícios físicos regulares, sono suficiente, a fim de eliminar o excesso de peso?


Como está meu senso de humor?

Está Deus sendo glorificado pelo esquema que estou se­guindo... ou será que ele fica apenas com as sobras de minhas energias?

Aproximo-me perigosamente do ponto em que vou estar exausto, totalmente "desanimado"?

Dureza, não? Mas haveria uma ocasião melhor do que agora mesmo para você fazer uma pequena avaliação? Se for neces­sário, introduza modificações, uma pequena re-estruturação em sua vida.

Podemos aprender uma lição com a natureza. Após a colheita sempre se segue um período de descanso; a terra precisa de algum tempo para renovar-se. A produção constante, sem restauração, esgota os recursos e, na verdade, diminui a qualidade do produto.

Atenção, grandes realizadores e viciados no trabalho! To­mem cuidado! Se o alarme em seu painel interior mostra a luz vermelha piscando nervosamente, é que você está carregando um fardo demasiado pesado, longe demais e rápido demais. Se você não diminuir a marcha, vai lamentar-se... e vão la­mentar-se os que o amam.

Se você tiver a coragem de dar o fora desse beco sem saída e realizar as mudanças necessárias, será sábio. Entretanto, quero adverti-lo quanto a três barreiras que você vai enfrentar imediatamente.

Primeira barreira: a falsa culpa. Ao dizer "não" às pessoas a quem você costumava dizer "sim", você vai passar a sentir umas agulhadas de culpa. Despreze-as! 

Segunda: hostilidade e incompreensão da parte dos outros. A maioria das pessoas não vai entender suas novas decisões no sentido de diminuir o ritmo, de modo especial os que se encontram no barco que vai afundando, do qual você acaba de pular fora. Não há pro­blema! Mantenha suas decisões.

Terceira: você se defrontará com perspectivas pessoais dolorosas. Não podendo preencher cada momento livre com algum tipo de atividade, você co­meçará a ver seu verdadeiro eu, e não vai gostar de algumas coisas que vai notar, coisas que antigamente contaminavam sua vida agitada.

Entretanto, dentro de um período relativa­mente curto de tempo, você dobrará a esquina e estará na estrada que o conduzirá a uma vida mais sadia, mais livre e mais plena de realizações. Mais do que tudo, sua busca de caráter voltará aos trilhos corretos.

É óbvio que toda esta conversa sobre descanso e restauração vital, tomada de tempo para repouso e relaxamento, pode ser levada a um extremo ridículo. Estou bem ciente disso. Con­tudo, para cada pessoa que decide emigrar para esse extremo, e ali enferrujar, há milhares de outras que se empenham numa batalha feroz contra a exaustão. Nenhum desses extremos é correto; neste ou naquele, estamos errados.

Meu desejo é que todos permaneçamos no ponto da sabe­doria. No equilíbrio. Com a mente certinha. Com boa saúde. Na vontade de Deus.

Como está você?

Extraído do livro a busca do Caráter de Charles Swindoll

O que acontece depois da morte?



“Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.”1 Corintios 15.20 

“Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo”(Hebreus 9.27) 

“Quando alguém morre, de fato está bem morto. Além disso, ninguém voltou para dizer como são as coisas do outro lado.” Será? Isso não é verdade! 

Certo dia um homem morreu cravado em uma cruz. O que supervisionava a terrível execução constatou Sua morte. Um dos carrascos furou Seu lado com a lança: o crucificado estava bem morto. 

O governador romano deu permissão para sepultar o corpo. 

Ele foi posto em um sepulcro novo cuja entrada foi bloqueada com uma grande pedra que os líderes do povo mandaram selar. Soldados romanos guardavam a tumba. 

Esse homem era Jesus. 

Três dias depois, no domingo de manhã, houve um grande terremoto. Um anjo apareceu e removeu a pedra. O sepulcro estava vazio: onde estava o corpo de Jesus? Alguém roubou? Não! 

Jesus voltou à vida, pois Deus O ressuscitou. A morte não podia retê-Lo (Atos 2.25-32).

Ele está vivo! Seus discípulos custaram a crer, mesmo tendo visto os lençóis que O envolviam. Mas não duvidaram quando o próprio o Senhor Jesus apareceu para eles. 

Mais de quinhentas pessoas O viram durante os quarenta dias que permaneceu aqui, antes de ser levado ao céu. Todos foram testemunhas de que Jesus venceu a morte. 

A Bíblia afirma que um dia todos os mortos ressuscitarão, seja para viverem com Deus ou para ficarem longe dEle por toda a eternidade. Portanto, a questão do que acontece depois da morte é claramente respondida pela Palavra de Deus. 

Não importa se você decidiu acreditar em outras coisas, ou se isso lhe parece simplista ou absurdo. 

Por melhores que sejam, as crenças que fogem à Palavra não podem modificar as ordens estabelecidas por Deus.


A morte, a duração do dia, as estações, os estágios da vida humana, e tantas outras coisas acontecem mediante determinações divinas. Assim, também Deus já determinou o que vem depois da morte. 

Basta a nós crermos nisso! 

Extraído Devocional Boa Semente 

Deus tem saudades daqueles que O deixam


Em certa altura da história do Antigo Testamento, na época de Jeremias, por volta do ano 627 antes de Cristo, o povo eleito se "desprendeu" e "saiu" da presença de Deus, "renunciou" os compromissos religiosos, "pôs-se" do lado de fora da aliança e da cerca que os protegia, "repudiou" a própria história (iniciada há mais de mil anos, com a chamada de Abraão) e "desertou" para o lado oposto.

Não é necessário usar tantos verbos para explicar o que aconteceu. Basta dizer, em uma linguagem mais clara, que Israel "apostatou" da fé.

Isso tem se repetido tanto na história dos hebreus como na história da igreja. A pesquisa da American Physical Society mostra que daqui a menos de 40 anos o cristianismo e as outras religiões poderão ser radicalmente extintos em nove países ricos -- Canadá, Austrália, Áustria, Finlândia, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia, Suíça e República Tcheca. Todos esses países são cristãos -- alguns católicos e outros protestantes.

Trata-se, portanto, de uma acentuada e generalizada apostasia, que combina com a previsão mencionada por Paulo: "O Espírito de Deus diz claramente que, nos últimos tempos, alguns abandonarão a fé [por darem] atenção a espíritos enganadores e a ensinamentos que vêm de demônios" (1Tm 4.1, NTLH).

A apostasia é algo muito sério. Entre os apóstatas mais notáveis do período bíblico estão o rei Acaz (2Cr 29.19), o rei Manassés (2Cr 33.19), Demas (2Tm 4.10), Himeneu e Alexandre (1Tm 1.19-20).

Há muitas razões para a apostasia. Uma delas é a força destruidora da perseguição religiosa. As ameaças, a tortura, a prisão e o martírio têm feito alguns cristãos renunciarem a fé. Às vezes apenas "da boca para fora", mas não no íntimo.

O relaxamento moral progressivo, por sua vez, pode descambar na apostasia. Daí a exortação: "Se continuarmos a pecar de propósito, depois de conhecer a verdade, já não há mais sacrifício que possa tirar os nossos pecados" (Hb 10.26, NTLH). A intensificação dos poderes demoníacos, por meio de falsos profetas, falsos mestres, falsos cristãos e falsos milagres, pode roubar a fé de muitos. O Apocalipse diz que todos ficarão maravilhados com a cura da besta que havia sido golpeada mortalmente e, então, se porão ao lado dela (Ap 13.3).

É difícil, mas pode acontecer que o apóstata venha a se arrepender e volte para o aprisco. Pela instrumentalidade dos profetas,

Deus se dirige às gerações apóstatas de maneira comovente. Às vezes, ele recorda os bons tempos anteriores à apostasia: "Eu me lembro bem de como você procurava me agradar e demonstrar o seu amor, como uma jovem noiva, [e quando] me seguia fielmente, através do deserto onde planta nenhuma podia nascer" (Jr 2.2, BV). 

Outras vezes, ele reclama com ternura: "O meu povo cometeu dois pecados: Eles abandonaram a mim, a fonte de água fresca, e cavaram cisternas, cisternas rachadas que deixam vazar a água da chuva" (Jr 2.13, NTLH). Quando convém, ele fala mais energicamente e faz promessas de renovo: "Venham cá, vamos discutir este assunto [pois] os seus pecados os deixaram manchados de vermelho, manchados de vermelho escuro; mas eu os lavarei, e vocês ficarão brancos como a neve, brancos como a lã" (Is 1.18, NTLH).

A evangelização pretende alcançar os que nunca ouviram o anúncio das boas-novas.

A reevangelização, por sua vez, quer alcançar aqueles que saíram do meio de nós, mas, a rigor, ainda não eram dos nossos (1Jo 2.19). É possível que "com laços de amor e de bondade" (Os 11.4) Deus os traga de volta!

Fonte: Ultimato

O fogo purificador


Deus está levantando uma nova geração que manifestará sua glória, não a glória dos homens.

"Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o Senhor dos Exércitos.

Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer? Porque ele ê como o fogo do ourives e como a potassa dos lavandeiros. Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao Senhor justas ofertas" (Ml 3:1-3).

Deus está levantando uma nova geração que manifestará sua glória, não a glória dos homens; um povo que espelhe o caráter de Deus, formado à sua imagem:

"Ora, numa grande casa não há somente utensílios de ouro e de prata; há também de madeira e de barro. Alguns, para honra; outros, porém, para desonra. Assim, pois, se alguém a si mesmo se purificar destes erros, será utensílio para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparado para toda boa obra" (2 Tm 2:20,21 - grifo do autor).

Observe que existem dois tipos de vasos: o vaso para honra e o da desonra. A palavra grega para desonra é atimia, significando desonra, repreensão, vergonha, vil. Para a palavra honra temos time, definida como preciosa. Deus diz: "Se apartares o precioso do vil, serás a minha boca" (Jr 15:19- grifo do autor).
 
Como se separa o precioso do vil? Pelo processo do refinamento ou purificação (ver 2 Timóteo 2:21). A definição de purificar no texto de Paulo a Timóteo é limpar completamente, eliminando as impurezas.

"Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao Senhor justas ofertas" (Ml 3:3 - grifo do autor).

Os "filhos de Levi" referidos no Antigo Testamento são sombra do "sacerdócio real" mencionado por Pedro (1 Pedro 2:9), que é a Igreja. Sendo que Deus compara a purificação do sacerdócio a um processo de purificação do ouro e da prata, seria importante conhecermos as características desses metais, e o processo pelo qual são purificados. Falaremos apenas do ouro, já que o processo de purificação do ouro e da prata são praticamente iguais.

O ouro tem aquela cor amarelada, de metal brilhante e é encontrado na natureza sempre em pequenas quantidades, mas nunca totalmente puro. Depois de purificado, o ouro se torna mais macio, flexível, livre dos elementos corrosivos e de outras substâncias impuras. 

Misturado em seu estado natural com outros metais, tais como bronze, ferro e níquel, ele é duro, inflexível e corrosivo. Essa mistura é chamada de liga. Quanto maior a percentagem de bronze, ferro e níquel, maior a inflexibilidade do ouro; o contrário também é verdadeiro: quanto menor a liga, maior a flexibilidade e a maciez do metal.

Temos aqui um paralelo espiritual: o coração sincero diante de Deus é como ouro puro. O coração puro é manso, terno e amoldável.


"Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração como foi na provocação, no dia da tentação no deserto... pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado " (Hb 3:7,8, 13 - grifo do autor).

O pecado é a liga que, agregado ao ouro, torna nosso coração endurecido. Esta falta de ternura cria cm nós muita insensibilidade, incapacitando-nos para ouvir a voz de Deus.

Lamentavelmente, este é o problema de muitos irmãos na Igreja: são pessoas que têm uma aparência de santidade, mas não têm o coração terno e manso. Já não ardem de paixão por Jesus.

Aquele ardor que os consumia de amor a Deus foi substituído pelo amor egoísta, que busca apenas prazer, conforto e benefícios. Acreditando que a piedade é fonte de lucro (1 Tm 6:5), tais pessoas querem apenas os benefícios da promessa, deixando de lado o Doador das bênçãos.

Enganados, deliciam-se com as coisas do mundo, achando que têm direito ao céu!

Extraído do Livro Vitória no deserto de autoria de John Bevere

ALGUÉM PODE DIZER-ME ONDE ENCONTRO DEUS?


Um bêbado estava procurando alguma coisa na rua certa noite, debaixo de um poste de luz. Andava de um lado para outro, tateando a calçada de concreto, vez por outra agarrando-se ao poste para equilibrar-se. Um passante indagou-lhe o que procurava.

- "Perdi minha carteira", respondeu o bêbado. O outro ofereceu-se para ajudá-lo, mas sem sucesso.

- "Tem certeza de que a perdeu aqui?" perguntou ele ao bêbado.

- "É claro que não", respondeu. "Foi lá atrás; no meio da quadra."

- "Então, porque não está procurando lá?"

- "Porque", respondeu o outro, com uma lógica contundente, "lá está escuro."

Procurar é importante, mas não adianta nada, se não procurarmos no lugar certo.

O governador de certo Estado recebeu-nos em sua casa, e, após o jantar, pediu para falar comigo em particular. Fomos para o seu escritório, e ali percebi que ele estava lutando contra a emoção. Por fim, ele disse:

- "Estou chegando ao fim de minha resistência. Preciso de Deus. Pode dizer-me como encontrá-lo?"

Um jovem militar, endurecido pelo rigoroso treinamento do grupo "Boinas Verdes", e que era tão forte que suas mãos haviam sido postas no seguro, por serem consideradas armas mortais, caiu ao chão de seu quarto, certa noite, chorando como uma criancinha, e dizendo:

- "Deus! Deus! Onde estás?"

Desde um barraco de favela até a mais rica mansão; de uma autoridade municipal até um prisioneiro aguardando a morte, todos os homens indagam se existe Deus. E se existe, como é ele? 

Um fato digno de nota para todos os que buscam a Deus é que a crença em algum deus é praticamente universal.

Qualquer que seja o período da História que estudarmos, qualquer que seja a cultura que examinarmos, se analisarmos o passado histórico da humanidade, veremos que todos os povos, primitivos ou modernos, reconhecem a existência de algum tipo de deidade.

Nos últimos dois séculos, as escavações arqueológicas têm revelado as ruínas de muitas civilizações antigas, mas nenhuma delas encontrou ainda uma cultura que não desse alguma evidência de adoração a um deus.

O homem adorou o sol, e fez, para si imagens. O homem adora um código de leis, adora animais, e até outros homens. Alguns parecem adorar a si mesmos. O homem faz deuses criados por sua imaginação, embora ele creia que Deus exista – uma crença meio confusa e indistinta.

Algumas pessoas, frustradas, desistem desta busca de Deus e passam a considerar-se "ateus" ou "agnósticos", professando não ter religião. Mas eles têm necessidade de preencher aquele vácuo que existe em seu interior com algum outro tipo de deidade. E portanto, o homem cria seu próprio deus – dinheiro, trabalho, sucesso, fama, sexo, álcool, ou até comidas.

Na atualidade muitos fazem de sua pátria seu objeto de adoração, esposando o evangelho do nacionalismo. Erroneamente, tentam substituir o Deus vivo e verdadeiro pela religião do nacionalismo.

Outros transformam em deus a causa que defendem. Embora muitos grupos radicais neguem fé em Deus, milhares de seus seguidores, de bom grado, entregam sua vida e sofrem privações e pobreza por sua crença na "causa" ou na "revolução".

Não conseguindo encontrar o verdadeiro Deus, milhões de pessoas consagram sua lealdade a uma causa menor ou a um deus menor. Contudo, tais pessoas não encontram nem satisfação nem respostas para suas indagações supremas.

Assim como Adão foi criado para manter comunhão com Deus, assim o são todos os homens.

Jesus fez o seguinte comentário acerca do primeiro mandamento: "Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento, e de toda tua força." (Mar. 12:30)

Ele deu a entender que o homem, diferentemente de um mineral ou de um animal irracional, tem a capacidade de amar a Deus.

Extraído do Livro Saiba mais')" _Hlt514767914" >COMO  NASCER  DE  NOVO de autoria de Billy Graham

O que significa orar sem cessar?



O comando de Paulo em 1 Tessalonicenses 5:17: “Orai sem cessar” pode ser bastante confuso. Obviamente, não pode significar que devemos estar com uma postura de cabeças baixas e olhos fechados o dia todo.

Paulo não está se referindo a falar sem parar, mas uma atitude de consciência da presença de Deus e de render a Ele tudo o que fazemos, o tempo todo.

Todo momento que estamos acordados deve ser vivido com a consciência de que Deus está conosco e está ativamente envolvido em nossos pensamentos e ações.

Quando nossos pensamentos se voltam à preocupação, medo, desencorajamento e ira, devemos conscientemente e rapidamente tornar todo pensamento em oração e toda oração em ação de graças.

Em sua carta aos Filipenses, Paulo nos comanda a não mais sermos ansiosos, mas pelo contrário: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (4:6). Ele ensinou os crentes de Colossos a perseverarem “na oração, vigiando com ações de graças” (Colossenses 4:2).

Paulo exortou os crentes da igreja de Éfeso a enxergarem oração como uma arma para ser usada em batalhas espirituais (Efésios 6:18).

O famoso pregador do século 19, Charles Spurgeon, descreveu a vida de oração de um Cristão ao dizer: “Como os cavaleiros da antiguidade, sempre em batalha, nem sempre em seus cavalos avançando com suas lanças contra o seu adversário para fazê-lo cair do cavalo, mas sempre usando as armas que podiam alcançar.... Aqueles cavaleiros deprimidos geralmente dormiam em suas armaduras; então, até mesmo quando dormimos, ainda sim devemos estar no espírito de oração, para que se por acaso acordarmos de noite, ainda estaremos com Deus”.

Durante o percorrer do dia, oração deve ser a nossa primeira resposta a toda situação atemorizante, a todo pensamento ansioso, a toda tarefa indesejada que Deus comanda.

John MacArthur adverte que a falta de oração vai fazer com que paremos de depender da graça de Deus e passemos a depender de nós mesmos.

Orar sem cessar é, em essência, dependência da comunhão com o Pai.

Para os Cristãos, oração é como respiração. Você não tem que pensar para respirar porque a atmosfera exerce pressão nos seus pulmões e o força a respirar. Por isso é mais difícil prender a respiração do que respirar. Semelhantemente, quando nascemos de novo e passamos a fazer parte da família de Deus, entramos em uma atmosfera espiritual onde a presença e graça de Deus exercem pressão, ou influência, nas nossas vidas. Oração é a resposta normal a essa pressão.

Como crentes, temos entrado na atmosfera divina para respirar o ar da oração. Só então podemos sobreviver na escuridão desse mundo.

Infelizmente, muitos crentes prendem sua respiração espiritual por muito tempo, achando que breves momentos com Deus são suficientes para sobreviverem. No entanto, tanta restrição do influxo espiritual é causada por desejos pecaminosos.

O fato é que todo crente deve estar continuamente na presença de Deus e constantemente respirando Suas verdades para serem completamente funcionais. Porque fazemos parte de uma sociedade livre e próspera, é mais fácil para os Cristãos se sentirem seguros ao presumir – ao invés de depender – da graça de Deus.

Muitos crentes ficam satisfeitos com as bençãos físicas e têm pouco desejo por bençãos espirituais. Ao se tornarem tão dependentes dos seus recursos físicos, eles acham que pouco precisam dos recursos espirituais.

Quando programas, métodos e dinheiro produzem resultados impressionantes, há uma inclinação para confundir sucesso humano com benção divina.

Cristãos podem na verdade se comportar como humanistas, vivendo como se Deus não fosse necessário. Quando isso acontece, desejo ardente por Deus e necessidade de Sua ajuda vão estar faltando, assim como o Seu poder. Por causa desse grande – e comum – perigo, Paulo encorajou os Cristãos a orar “em todo tempo” (Efésios 6:18) e a perseverar na oração (Colossenses 4:2).

Oração contínua, persistente e incessante é uma parte fundamental da vida Cristã que tem sua origem na dependência em Deus.

Fonte: GotQuestion

Ousadia do Senhor no caminho de casa


Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de fortaleza, de amor, e de moderação. (2Tm.1.7) 

Exerça o chamado de Deus para a sua vida 

Não temas, o Senhor é contigo por onde quer que andares 

Porém o SENHOR lhe disse: Paz seja contigo; não temas; não morrerás (Juízes 6.23) 

E disse o Senhor em visão a Paulo: Não temas, mas fala, e não te cales; (Atos 18.9) 

Porque eu, o SENHOR teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, eu te ajudo (Isaias 41.13) 

Não temas diante deles; porque estou contigo para te livrar, diz o SENHOR. (Jr. 1.8)

Você sabia que a expressão não temas ocorre 365 vezes na Bíblia, uma para cada dia do ano? 

Deus te deu autoridade para em seu nome pisar serpentes, escorpiões, expulsar demônios, curar enfermos; portanto, coloque em prática essa ordenança, exercendo a autoridade delegada para ti no poder do Nome que é sobre todo nome, do Nome a que todo joelho se dobrará, Nome que toda boca confessará que só o Senhor é Deus, Jesus Cristo, o Único e Suficiente Senhor e Salvador. 

Torre forte é o nome do Senhor, à qual o justo se acolhe e está seguro. (Pv 18.10). O nome de Deus não significa apenas aquilo que ele é, mas também o que deseja ser para nós. 

Ele nos dá esse poder para que o mundo creia pelas nossas obras que Deus é O Senhor, que Ele é real, verdadeiro, não apenas parte da nossa imaginação; Afinal, na concepção natural, contra fatos não há argumentos, contra os sinais e prodígios que Deus realiza através de nós e em nós, não há argumentos. 

Não leve mais rasteiras, não permita que Satanás tripudie e envergonhe você e o Nome do Senhor.

Dê um basta! 

Feche a porta na cara do diabo e, aproprie-se do melhor de Deus para sua vida 

Tenha sempre em mente que o maior milagre é passar a vida vendo a Presença do Senhor, Nosso Pai Celestial, que nos dá de presente a salvação, o direito de passar a eternidade na Jerusalém Celestial e, enfim terminar a peregrinação nesse mundo, chegar em casa e, lá permanecer por toda a eternidade. 

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