domingo, 26 de dezembro de 2010

A Escolha



Michael Steel (Randy Travis) está perto de receber o prêmio de maior reconhecimento na carreira de um ator. O que ele não esperava é que, em meio à possibilidade de obter mais uma conquista profissional, uma sucessão de perdas pessoais ocorreriam em sua vida.
Em meio a acusações e perseguições, ele tenta reunir forças para
Permanecer fiel a Deus. No entanto, Satanás testa a fé que Michael possui, destruindo a reputação dele, de seu casamento e sua carreira. Diante da mais importante escolha de sua vida, ele será forte o bastante para viver a verdade, não importando quais sejam as consequências?

Os crentes aguardam o repouso celestial [Isaías 32.18], e você, ainda se preocupa com as bênçãos materiais??


Temos temor, que, porventura, deixando a promessa de entrar no seu repouso, pareça que alguns ficam para trás na ansiedade das bênçãos desta vida terrena. 


Porque também a nós foram pregadas as Boas Novas, como a eles, mas a Palavra da pregação, do evangelho de Cristo e não de homens, nada lhes aproveitou, porquanto não estava misturada com a fé naqueles que a ouviram. 



Porque nós, crentes, entramos no repouso, tal como disse: “Assim jurei na minha ira que não entrarão no meu repouso”; 



Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: “E repousou Deus de todas as Suas obras no sétimo dia”. 



E outra vez neste lugar: “Não entrarão no meu repouso”. 



Visto, pois, que resta que alguns entrem nele, e que aqueles a quem primeiro foram pregadas as Boas Novas não entraram por causa da desobediência, determina outra vez certo dia, Hoje, dizendo por Davi, muito tempo depois, como está dito: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações”... 



... portanto, “resta ainda um repouso para o povo de Deus” [Hebreus 4]! 



Porque aquele que entrou no seu repouso, ele próprio repousou de suas obras [Deuteronômio 15.11; Provérbios 29.7; Mateus 25.31-46; 26.11; Lucas 14.13; 2Coríntios 9.9; Gálatas 2.10], como Deus das Suas. 



Procuremos, pois, entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência; 



Porque “a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” [Hebreus 4]. 



E não há criatura alguma encoberta diante dEle; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos dAquele com quem temos de tratar



Visto que temos um grande Sumo Sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firme a nossa confissão, não nos respaldando em homens, mas, seguindo o exemplo daqueles que mantiveram firme a pregação do evangelho para salvação, e não daqueles que pregam as promessas materiais que supostamente são firmadas em contribuições nas mãos de homens religiosos e suas “instituições religiosas com nome de igreja”, que em verdade, não são obra de Deus, mas obras humanas! 



Porque não temos um sumo sacerdote (ou um pastor, ou bispo, ou seja lá o título que tiver) que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. 



Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno, desprezando os ensinamentos dos homens religiosos (os tais, pastores, bispos, e outros títulos eclesiásticos) que vivem do suor do rosto alheio através de dízimos e ofertas alçadas entregues nas chamadas “igrejas”. 




Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja. 

26 Razões Para Parar de Ver Pornografia


Consequências destrutivas que a pornografia tem sobre um homem

As seguintes consequências são o que acontece quando um cristão vê pornografia. A lista cobre uma grande área dos resultados negativos que a pornografia tem sobre um homem que é seguidor de Jesus.
  1. Alienação de Deus. Você não mais se sente próximo de Deus. Você não experimenta o poder de Deus. Você não mais tem a alegria de sua salvação.
  2. Cega você para as consequências. Temporariamente te desliga da sua caminhada com Deus, de seus relacionamentos com sua esposa, seus filhos e outros. Te cega sobre o que te acontecerá espiritual, física, emocional, mental, social, vocacional e relacionalmente.
  3. Cria expectativas irrealistas. Os homens começam a pensar que toda mulher deveria se parecer com aquelas e que esse tipo de relação é como seu relacionamento com sua esposa deve ser.
  4. Distorce sua visão do sexo. A pornografia te faz acreditar que o sexo é somente para o prazer do homem e que as mulheres são simplesmente objetos a serem usados, ao invés de criações de Deus que devem ser honradas e respeitadas.
  5. Nunca é o bastante. A pornografia tem um efeito crescente. Como uma droga, você precisa de mais e mais para satisfazer a lascívia. Ela te leva rapidamente a um caminho de destruição e para bem longe da paz, alegria, e relacionamentos saudáveis.
  6. Liberdade sobre o que você pensa e faz é perdida. Você se torna escravo de seus pensamentos pecaminosos que levam a atos pecaminosos.
  7. A culpa depois que você vê pornografia. Mas a culpa não é o suficiente para te prevenir de fazer na próxima vez.
  8. A sexualidade saudável é obscurecida pela pornografia. Sexo saudável é somente o sexo marital, que inclui sexo regular, sexo altruísta e sexo amoroso.
  9. Te isola e faz você se sentir totalmente sozinho e como o único que luta contra a pornografia e a lascívia.
  10. Ameaça seu relacionamento com sua esposa ou futura esposa (se você é solteiro), seu testemunho de Jesus Cristo, e tudo em sua vida que é importante para você. Você põe tudo isso em risco pela pornografia.
  11. Te mantém em um ciclo de autodestruição. A pornografia parece medicar a dor em sua vida, mas somente adiciona mais dor à dor. A pornografia te leva a fazer coisas que você nunca pensou que faria. O pecado te levará para mais longe que você gostaria. Ele te manterá mais longe que você gostaria. E te custará mais do que você gostaria de pagar.
  12. Lascívia – lascívia sexual pecaminosa – te leva a atos sexuais pecaminosos. Pornografia posta em sua mente é como colocar gasolina no fogo do desejo sexual errôneo, resultando em pensamentos e ações destrutivas.
  13. Mascara a verdadeira ferida. Você está procurando a cura e torna as coisas piores.
  14. Nunca é uma experiência neutra. Você não pode ver pornografia e não ser afetado por isso. Essa experiência é sempre inconsistente com a Palavra de Deus.
  15. Objetifica as mulheres. A pornografia as transforma em objetos sexuais. Ela sequestra a capacidade do homem de ver uma mulher mais velha como uma figura materna, uma mulher da mesma idade como uma irmã e uma mulher mais nova como a figura de uma filha.
  16. Traz um prazer muito curto, seguido por dor e mais dor.
  17. Abandonar torna-se a luta de uma vida. Uma vez que você permite que a pornografia entre, há uma batalha violenta com Satanás e com sua velha natureza para se vigiar. Uma vez que você permite que a pornografia entre em sua vida, sempre haverá uma batalha. É uma batalha vencível, mas uma batalha diária.
  18. Permanece em sua mente para sempre. Satanás mantém aquela imagem repetindo em sua mente para criar um ciclo de luxúria pecaminosa e te levar de volta à pornografia. Você se torna ligado a uma imagem, não a uma pessoa.
  19. A vergonha entra em sua vida. Culpa é sentir-se mal por algo que você fez. A vergonha, no entanto, é baseada em sentir-se mal por quem você é. A pornografia traz vergonha. Deus nunca traz vergonha. Satanás sempre traz vergonha.
  20. A confiança é perdida com as pessoas que você mais ama e respeita.
  21. Abre a porta para todo pecado sexual. A pornografia é um portal, uma entrada que traz nada de bom e tudo de doloroso, como masturbação compulsiva, desejos, práticas sexuais perigosas, visita a lugares adultos, uso de prostituição, práticas sexuais pervertida e abuso sexual.
  22. Viola mulheres. Como? Você está colocando seu selo de aprovação em uma indústria que degrada e desumaniza mulheres.
  23. Um convite para olhar para outras mulheres.
  24. Extingue a verdade. A pornografia promove a mentira. Você mente para os outros, mente para Deus e mente para si mesmo. Você mente mais para cobrir velhas mentiras. Você se torna uma mentira viva.
  25. Te liga a uma imagem. Você fica preso e ligado à imagem ao invés de sua esposa ou futura esposa se você é solteiro.
  26. Fecha seus lábios para o louvor a Deus, falar sobre sua fé, contar aos outros como eles podem experimentar Deus.
Por Jay Dennis
Lista compilada por Craig Gross
Original
http://dontwasteyourlife.com/post/2348667062/a-z-reasons-to-stop-viewing-porn

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Estima-se que em 2020, Brasil atinja a marca de 105 milhões de evangélicos


evangelicos 250x188 Estima se que em 2020, Brasil atinja a marca de 105 milhões de evangélicosO momento em que a maioria dos brasileiros será protestante fica cada vez mais próximo. Com sucessivos escândalos e teologias alienantes será que estamos prontos?

Cena um:

uma das mais importantes revistas semanais do país publicou recentemente uma extensa reportagem fazendo projeções sobre o futuro do Brasil. Apesar de tratar de diversos temas, da educação à economia, a notícia que realmente caiu como uma bomba e acabou repercutida pela imprensa, por emissoras de rádio e de televisão e por blogs e sites de discussão na internet dizia respeito à religião: o maior país católico do mundo na atualidade se tornará evangélico em poucos anos. Mais precisamente em 2020, a continuarem as impressionantes taxas de crescimento, mais da metade dos brasileiros pertencerá a alguma igreja protestante. Estima-se que já neste mês de dezembro, o número de evangélicos no Brasil chegue próximo dos 50 milhões e, pouco mais de uma década depois, atinja a marca de 105 milhões de pessoas.

Cena dois:

após realizarem uma investigação que durou mais de dois anos, promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, acusaram o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, e mais nove pessoas ligadas à denominação, pelo desvio de 8 bilhões de reais de dízimos e contribuições ofertadas por fieis. A dinheirama não teria sido usada em atividades religiosas, mas para aumentar patrimônio pessoal e conseguir lucro, com a -compra de duas emissoras de televisão, terrenos, mansões, um prédio e até um caríssimo jatinho modelo Cessna. A Justiça deu prazo para a defesa se pronunciar e pode aceitar a denúncia. Se assim for, Macedo e seu grupo tornam-se réus num processo criminal que pode condená-los por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
Ao mesmo tempo em que os evangélicos crescem numericamente e aumentam de forma considerável sua influência em todas as esferas da vida nacional, escândalos e denúncias envolvendo dinheiro, sexo e abuso de poder multiplicam-se e maculam a imagem das igrejas e de seus líderes. Fala-se em relativização moral e secularização da fé. Em uma geração de crentes que busquem vantagens e não mais a Deus. Em que pese o fato de que por trás das últimas denúncias envolvendo a Universal exista uma guerra de interesses e de cifras na qual estão os principais grupos de comunicação do país, ou mesmo que esteja em curso uma batalha espiritual contra a expansão do Reino de Deus, as críticas e acusações sobre o que acontece nos templos de Norte a Sul do país são tão sérias que, ignorá-las, seria mesmo anti-bíblico. Na esteira do avanço protestante em terras tupiniquins, estudiosos das ciências da religião costumam avaliar que esse fenômeno pode ser muito bom, uma vez que “os evangélicos não vão apenas mudar a sociedade, mas mudarão com ela”. Tal afirmação tem causado arrepios em pastores e trazido um sério questionamento para os cristãos: diante de tal quadro já hoje: afinal, como será esse Brasil evangélico de 2020?
Se o questionamento daqueles que não aceitam o crescimento protestante passou a ser de ordem ética e moral, citando inclusive a própria Palavra de Deus que, segundo eles, só é usada para manipular os incautos, a Universal do Reino de Deus é a vidraça da vez. De acordo com a denúncia do Ministério Público, boa parte do dinheiro recebido pela igreja era repassada em forma de “pagamentos” para empresas de fachada controladas por pessoas ligadas à cúpula da organização. Duas delas, a Cremo Empreendimentos e a Unimetro Empreendimentos receberam, entre 2004 e 2005, mais de 70 milhões de reais, embora não tenham oferecido nenhum serviço ou produto, segundo a Secretaria da Fazenda de São Paulo.
Essas empresas enviariam o dinheiro para outras, sediadas em paraísos fiscais. Tanto a Investholding, nas Ilhas Cayman, quanto a CableInvest, nas Ilhas do Canal, Reino Unido, também pertencem a pessoas supostamente ligadas à igreja. Por fim, o dinheiro retornava ao país como empréstimos para os líderes eclesiásticos, que compravam com eles apartamentos em condomínios de luxo nos Estados Unidos e propriedades no Brasil, como uma mansão de 2 mil metros quadrados em Campos do Jordão (SP), no valor de 6 milhões de reais.
A denúncia do Gaeco não é propriamente uma novidade. Desde 1992, quando a Universal comprou a Rede Record, houve mais de dez processos contra a igreja. Já em 1995, depois que Macedo apareceu em um vídeo ensinando pastores a tirar ofertas, autoridades fazem varreduras nas contas da organização, mas não conseguem provas. “A tese de que pastores tenham pegado dinheiro de ofertas, mandado para o exterior e financiado recursos para enriquecer, não é nova. Em 1993, houve denúncia apócrifa e, de lá para cá, a Polícia Federal, a Interpol, o FBI, a Receita Federal e, finalmente, o Supremo Tribunal Federal concluíram que as denúncias não tinham fundamento e inocentaram os acusados. Também essa denúncia não será aceita, pois trata-se de calúnia, injúria e infâmia”, afirmou em pronunciamento o senador Marcello Crivela (PRB/RJ), bispo licenciado da igreja. A principal reclamação de Crivella e da Universal é que alguns dos maiores veículos da mídia nacional estejam aproveitando a investigação do Ministério Público para criar um factóide e, com isso, lutar contra o crescimento de audiência da TV Record. Dentre aqueles que deram mais publicidade ao caso estão o jornal Folha de S. Paulo, que há dois anos enfrentou uma enxurrada de processos judiciais movidos por fiéis da igreja por conta de uma reportagem sobre as finanças da denominação, e a Rede Globo, principal interessada na guerra de audiência. Mas se a motivação é questionável, os veículos garantem que as acusações procedem. Apesar das afirmações de independência da emissora, somente no ano passado a Universal teria repassado 400 milhões de reais para a Record. O valor entra com a compra de horários nas madrugadas, o que é perfeitamente legal. O problema é que enquanto a Globo fatura 50 mil reais, com 6 pontos no ibope, a Record, com audiência bem menor, cerca de 1,4 ponto, recebe mais de 200 mil por hora. Tudo da igreja, tudo bem acima dos valores de mercado.

Evangelho da prosperidade

Assim como a Record, com suas 23 emissoras de TV, 42 emissoras de rádio e várias outras empresas, a Universal também é seu modo uma potência. Em 32 anos, a igreja tornou-se a terceira maior denominação no Brasil, atrás apenas da Igreja Católica e da Assembléia de Deus. Afirma congregar 8 milhões de pessoas em seus 4500 templos espalhados pelo país. Além daqui, está presente em outras 171 nações e tem em seu corpo ministerial 9600 pastores e outros 4400 obreiros voluntários. Seu trabalho social e espiritual é digno de nota, uma vez que oferece a Palavra de Deus e mensagens de encorajamento para gente de todas as origens e classes econômicas, sendo uma porta de entrada para o Evangelho e para a libertação de multidões afundadas em vícios, criminalidade e falta de perspectivas na vida. É perfeitamente coerente e razoável que, como qualquer outra igreja – inclusive a Católica – ou religião, possa empregar os meios de comunicação, recursos e estrutura na tarefa evangelística. Mas a verdade é que o centro da crise não está aí e também não se restringe somente à Universal.
O espantoso crescimento evangélico nas últimas décadas já provoca uma crise de valores e de doutrinas em várias igrejas. O novo crente adotou regras menos rígidas e passou a procurar a religião não apenas como forma de obter benesses na eternidade, mas alcançar a prosperidade aqui e agora. E nada representa mais esse novo momento do que a Teologia da Prosperidade. Surgida por volta de 1940, nos Estados Unidos, ela radicaliza o ensino de que o sacrifício de Cristo deu àqueles que o seguem direito a uma saúde perfeita, riquezas materiais, triunfo sobre o Diabo e vitória sobre todo e qualquer sofrimento (conheça mais essa história na reportagem Teologia do Abracadra à página 47). Basta decretar ou determinar e colocar a fé em ação. “Para bancar suas ambições institucionais, proselitistas e econômicas, as igrejas atrelam a doação financeira à retribuição divina de bênçãos materiais. Cada culto procura convencer o fiel a firmar relações de troca com o Criador e comprovar a fé dando dinheiro. Quando a Universal começou a usar tais métodos, eles pareceram polêmicos e heterodoxos, mas agora os líderes de outras denominações perceberam a eficiência dessas práticas e, para adquirir vantagens competitivas, copiam todas elas”, explica o sociólogo Ricardo Mariano, da PUC do Rio Grande do Sul, autor do livro Neopentecostais (Edições Loyola).
Copiar não é força de expressão nem se resume à nova visão em relação ao dinheiro. Depois do sucesso da Fogueira Santa de Israel, do Vale do Sal e das rosas ungidas, fazer campanhas passou a ser algo praticamente obrigatório em todo meio neopentecostal e em parte do pentecostalismo clássico. Diante da renovada pressão por exposição midiática e crescimento, algumas igrejas históricas que adotaram a renovação carismática passam a rever a forma e o conteúdo de suas mensagens e deixam em polvorosa os mais tradicionais. Como tantos outros modismos, substituem a ênfase na santidade e no relacionamento com Deus pelo emocionalismo desprovido de mudança de vida e baseado na política do “toma lá, dá cá”.
“Estamos vivendo uma espécie de ‘síndrome de Éfeso’. Como no caso dos crentes que viviam naquela cidade nos tempos bíblicos, as pessoas correm atrás de novidades. Por outro lado, passou a ser inconveniente e fora de propósito falar em ‘sofrer por amor ao Evangelho’, ‘entregar tudo a Deus’ e ‘buscar em primeiro lugar os valores do Reino’. O único sacrifício válido é o financeiro. Infelizmente, pouco há em comum entre essas novas igrejas e a Reforma Protestante que deu origem aos movimento evangélico”, lembra o professor Lourenço Stelio Rega, diretor da Faculdade Teológica de São Paulo e especialista em Ética. Nessa nova realidade do meio religioso brasileiro, textos bíblicos tradicionais ganham novas interpretações, nas quais um Deus visto apenas como Senhor e Salvador já não atende à demanda dos fieis. Antes de mais nada, ele é um negociador e os líderes eclesiásticos, seus despachantes. Ai de quem bobear nessa tarefa: a concorrência é cada vez maior.
Um quadro vívido de como anda o movimento evangélico pode ser encontrado na periferia das grandes cidades. Nesses locais, proliferam igrejas, a maior parte congregações independentes, com templos quase vizinhos. Em São Paulo, a Avenida Celso Garcia, ´no Brás, uma das vias mais tradicionais da metrópole, passou a ser conhecida como “avenida da fé”. Em uma cidade onde um novo templo é aberto a cada dois dias, a Celso Garcia ganhou pelo menos nove novas igrejas nos últimos tempos, algumas com templos enormes e suntuosos, separados por poucos metros. E se antigamente as igrejas transformavam cinemas em lugares de culto, hoje supermercados e lanchonetes da rede Mc Donald’s são adaptados para funcionarem como templos. “É o fast food da religião. Como a concorrência é enorme, cada um tenta vender melhor seu peixe. Só falta pendurar uma faixa na entrada proclamando: ‘Esta igreja funciona. Sabemos como fazer Deus trabalhar para você’. Isso, a teologia já não explica mais. Procurar recompensa pelo menor preço é coisa para a economia clássica. Pior é que não há diferenciação: todos são vistos como evangélicos”, completa Rega.

Na ponta do lápis

Há quem veja o fenômeno do crescimento evangélico como um avivamento. Outros não aceitam tal interpretação, afinal, para um avivamento não basta o aumento quantitativo, é preciso também o qualitativo. De um jeito ou de outro, o fato é que o Brasil caminha a passos largos para se tornar em um futuro bem próximo uma nação de maioria evangélica. Percurso inverso ao da Europa, que abandonou o cristianismo e agora corre sério risco de se tornar um continente islâmico (leia matéria à página 48). Nesse exercício, não há nada de adivinhação, vontade ou futurologia. É questão de fazer cálculos. “A continuar a taxa de crescimento que os evangélicos tiveram nas últimas décadas, no final deste ano, 25,4% de um total de 196,5 milhões de brasileiros, ou seja, quase 50 milhões serão evangélicos. Já em 2020, metade da população será protestante”, observa a matemática e crente presbiteriana Eunice Stutz Zillner, do Ministério Apoio com Informação (MAI), responsável por análises e projeções no campo religioso.
Apesar da fé ser a motivação para o trabalho – ela e o marido, o engenheiro eletrônico Marcos Zillner, são missionários e pretendem que os números incomodem e estimulem as igrejas a evangelizar –, nada de ser tendencioso ou enveredar pela empolgação dos líderes denominacionais e seus números “evangelásticos”. As contas, literalmente, são feitas na ponta do lápis. As projeções do MAI têm como ponto de partida os censos periódicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo levantamento de 1991, por exemplo, sabe-se que os evangélicos eram 13 milhões na época ou 8,9% da população brasileira. Nove anos depois, em 2000, os evangélicos dobraram de tamanho e passaram a ser 26,1 milhões, 15,45%. “Tudo bem que a tendência mais para frente é que esse aumento venha a se estabilizar. Mas levando em conta a taxa de crescimento anual dos evangélicos, que é mais de três vezes o da população do país, podemos dizer que hoje um em cada quatro brasileiros é protestante”, confirma Eunice. Nesse contexto, todos crescem, mesmo os históricos. Mas sobretudo as denominações neopentecostais.
Uma quantidade tão expressiva de pessoas transformadas pela Palavra de Deus leva a crer que haverá um forte impacto na sociedade brasileira, certo? Errado. Pelo menos, segundo os especialistas ouvidos pela semanal Época, a revista que fez inicialmente a projeção sobre o futuro do país. Para a antropóloga Christina Vital, do Instituto de Estudos da Religião (Iser), a flexibilidade e a adoção de regras menos rígidas é a razão do exponencial crescimento evangélico. “Enquanto os católicos não aceitam coisas como a camisinha, os evangélicos adaptam-se aos costumes da sociedade. Há igrejas que aceitam gays, por exemplo. Essa tendência deve continuar”, prevê ela.
A potencialidade numérica também não garantirá que um presidente evangélico seja eleito, já que tradicionalmente a representação política no Congresso fica bem aquém da porcentagem de crentes na população. O Brasil também será muito diferente dos Estados Unidos, onde a moral conservadora é parte essencial da crença e do culto. “A religião foi abrasileirada. Não tem um foco tão grande no moralismo”, analisa o antropólogo Ari Pedro Oro, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Continuando, os especialistas acreditam que o aumento da população protestante levará ainda à diminuição do consumo de álcool, com a oposição costumeira dos crentes, e ao aumento da escolaridade, já que as crianças são incentivadas a ler a Bíblia. Com relação à violência, continuará havendo tolerância e o motivo para se acreditar nisso está nas favelas do Rio de Janeiro, onde pastores e traficantes convivem bem. Há respeito para com os religiosos e os bandidos atendem apelos eventuais. Mas o tráfico permanece.
Visto com esperança por uns, o panorama causa desconfiança e provoca arrepios em outros. Especialmente em que acredita na máxima bíblica de que o crente “não pode se conformar ao mundo, mas deve transformá-lo pela fé” e que defende os valores expressos na Palavra de Deus sem restrições. “A Igreja evangélica desprovida da ética cristã não consegue impactar a sociedade. Aliás, não precisamos esperar o futuro para ver o que acontecerá. Podemos observar hoje. Décadas atrás, falávamos em católicos nominais. Agora, já temos os evangélicos nominais, aqueles que frequentam os cultos apenas atrás de bênçãos. Sem querer generalizar, mas vivemos uma crise de conversões no Brasil, já que vemos quase somente adesões”, alerta o pastor e pesquisador Paulo Romeiro, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.
Para ele, aqueles que usam a mídia para anunciar uma mensagem de salvação são raros e a situação só mudará caso esses líderes mais éticos tenham maior visibilidade. “A justiça, em todos os seus sentidos, não é mais preocupação de grande parte da Igreja cristã. Em parte, isso ocorre porque não há uma estrutura de poder que coíba abusos e manipulação de um líder carismático que manda sozinho lá no topo, coisa muito comum nessas denominações que mais crescem. Está na hora do trigo aparecer, para que a sociedade veja a diferença”.
Preocupação semelhante tem o também pastor e jornalista Silas Daniel. Nos últimos meses, o jornal do qual ele é o editor, o Mensageiro da Paz, órgão oficial de comunicação das Assembleias de Deus no Brasil, publicou uma série de matérias sobre o Brasil evangélico em 2020 e perguntou a algumas das principais lideranças assembleianas se ainda é possível mudar tal quadro. A resposta é sim, mas o tempo está cada vez mais curto. “Apesar das denominações neopentecostais terem mais visibilidade, por causa da mídia, o crescimento evangélico também atinge as organizações históricas e pentecostais. Essas precisam resgatar a mensagem sobre santidade, renúncia e humildade no lugar da auto-ajuda e dos discursos feitos para massagear o ego que tomaram de assalto os púlpitos. Só com ênfase renovada na exposição sadia da Palavra de Deus e na oração, culto após culto, poderemos virar o jogo”, adverte. Se o futuro não for assim, a velha figura do evangélico com a Bíblia debaixo do braço será mesmo coisa do passado.
Fonte: Revista Eclésia / Gospel Prime

Rise of the AntiChrist: Produtora de games cristãos dá fôlego ao setor; pastor da Bola de Neve testa jogo


Cena de abertura do jogo cristão Left Behind 250x136 Rise of the AntiChrist: Produtora de games cristãos dá fôlego ao setor; pastor da Bola de Neve testa jogoCom melhora no desempenho financeiro, sequência de lançamentos e estratégia de marketing agressiva, uma empresa americana do Estado de Washington dá fôlego à indústria de jogos eletrônicos cristãos.
Surgida em 2002, a Left Behind Games deverá ter o primeiro trimestre com lucro de sua história. Troy Lyndon, um desenvolvedor que largou a carreira para virar missionário antes de fundar a companhia, disse que a Left Behind já arrecadou US$ 500 mil no atual período fiscal.
Parece pouco quando comparado a grandes produtoras, mas esse é um segmento minúsculo. Segundo a ACE (Associação de Entretenimento Cristão, em inglês), os jogos cristãos correspondem a menos de 1% de todo o mercado de games, com vendas que geram entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões.
Além disso, abocanhar fiéis por meio de games nunca foi negócio rentável. Desde os anos 80, há títulos tentando fazer isso, mas a qualidade duvidosa deles sempre foi motivo de restrições entre fãs e crítica especializada.
A Left Behind conseguiu se firmar como a principal empresa do setor por meio de uma série que leva o mesmo nome da empresa. O terceiro título, Rise of the AntiChrist (ascensão do anticristo), chegou às lojas em outubro. Assim como seus antecessores, Rise of the AntiChrist é um jogo de estratégia que parece um coquetel religioso de Grand Theft Auto e The Sims.
Por supostamente incitar a intolerância religiosa, a Left Behind coleciona críticas –o que ajudou a promover seus produtos.
Junto com os games, a companhia desenvolveu uma estratégia de marketing agressiva. Nos últimos dois anos, ela distribuiu 50 mil unidades de alguns de seus títulos para uma rede de pastores. Os alvos, segundo a Left Behind, são mais de 300 mil igrejas cristãs do país –inimigas tradicionais da indústria secular de games.
Em 2011, a companhia terá alguns de seus títulos à venda nas lojas do Walmart –um dos maiores varejistas dos EUA. Na internet, os jogos da Left Behind aparecem em sites como o da Best Buy.
Na sexta-feira (10), a empresa vai estrear comerciais em cinemas e canais de TV.
Left Behind: Eternal Forces me causou uma boa impressão. Alegrou-me muito o fato de ver elementos como a Bíblia, estratégia militar e pessoas ajoelhadas orando a Deus.
O tema bíblico de arrebatamento e batalha espiritual está bem claro.
Sinceramente, eu não tinha grandes expectativas. Mas, depois, vi que o jogo foi bem elaborado.
É interessante o fato de a história bíblica ser aplicada em um game.
Compraria com certeza.
Fonte: Folha On-line / Gospel Prime

Clip: Arianne - Tempo de Voltar


O videoclipe da música que dá nome ao novo CD de Arianne pela MK Music, Tempo de Voltar, foi gravado no fim do mês de novembro(2010).

O local escolhido foi Camboinhas, região oceânica de Niterói (RJ).

Entre as locações, estradas e parques. Segundo a equipe de vídeo da MK Music, o clipe tem ainda uma surpresa muito legal, em breve no ar com exclusividade no Conexão Gospel.

Sobre a música, Arianne afirma: "Tempo de Voltar tem uma mensagem muito forte. Às vezes criamos uma independência de Deus e quebramos a cara, mas Ele sempre nos dá uma segunda chance! Desde que o Emerson Pinheiro me mostrou essa música eu já sabia que seria de trabalho. Foi a primeira canção que eu ouvi".



Fonte: Gospel Musicas Forever

domingo, 19 de dezembro de 2010

Jesus Cristo na Bíblia, e o papai Noel como falsificação de acordo com o mito humano


1.Tem os cabelos brancos como a lã [Apocalipse 1:14]

1. Tem os cabelos brancos como a lã

2. Tem barba [Isaías 50:6]
2. Tem barba

3. Veste um manto vermelho [Apocalipse 19:13]
3. Veste-se de vermelho

4. A hora da sua vinda é surpresa [Lucas 12:40; Marcos 13:33]
4. A hora da sua vinda é surpresa

5. Vem do norte, onde vive [Ezequiel 1:4; Salmos 48:2]
5. Vem do Polo Norte, onde vive

6. Trabalhou como carpinteiro [Marcos 6:3]
6. Fabrica brinquedos de madeira

7. Vem como o ladrão de noite [Mateus 24:43-44]
7. Vem como o ladrão de noite; entra na casa como um ladrão

8. Onipotente - o Todo poderoso [Apocalipse 19:6]
8. Onipotente - pode entregar todos os brinquedos no mundo inteiro em uma só noite

9. É onisciente - conhece todas as coisas [Hebreus 4:13; 1 João 3:20]
9. É onisciente - sabe se a criança foi boa o má o ano todo

10. É onipresente [Salmos 139:7-10; Efésios 4:6; João 3:13
10. É onipresente - vê quando a criança está acordada ou dormindo. Precisa estar em toda a parte ao mesmo tempo para entregar todos os presentes em todo o mundo na mesma noite

11. Vive para todo o sempre [Apocalipse 1:8; 21:6]
11. Vive para sempre

12. Vive naqueles que o receberam [1 Coríntios 3:16; 2 Coríntios 6:16-17]
12. Vive nos corações das crianças

13. Distribui dons [Efésios 4:8]
13. Distribui presentes

14. É a verdade absoluta [João 14:6]
14. Fábula absoluta [1 Timóteo 1:4; 4:7; 2 Timóteo 4:4]

15. Senta-se em um trono [Apocalipse 5:1; Hebreus 1:8]
15. Senta-se em um trono

16. Somos exortados a nos achegar ao seu trono de graça e a expor nossas necessidades a ele [Hebreus 4:16]
16. As crianças são convidadas a se aproximarem do seu trono e a pedir tudo o que quiserem

17. Um de seus mandamentos é que os filhos honrem aos pais
17. Diz às crianças para obedecerem aos pais

18. Convida as crianças a irem a ele [Marcos 10:14]
18. Convida as crianças a irem a ele

19. Julga [Romanos 14:10; Mateus 25:31-46]
19. Julga se a criança foi boa ou má

20. Pai da Eternidade [Isaías 9:6]
20. Papai Noel (Pai do Natal)

21. Menino Jesus [Mateus 1:23; Lucas 2:11-12]
21. Kris Kringle [significa Menino Cristo]

22. Digno de receber orações e adoração [Apocalipse 5:12-14; Hebreus 1:6]
22. As crianças adoram e rezam a São Nicolau

23. Senhor dos Exércitos [Malaquias 3:5; Isaías 8:13; Salmos 24:10]
23. Senhor de um exército de elfos [na tradição druídica, os elfos eram demônios ou espíritos das árvores]

24. Deus diz, "Eh! Eh! ... [Zacarias 2:6]
24. O Papai Noel diz "Ho, ho, ho..."

25. Príncipe da Paz, a Imagem de Deus [Isaías 9:6; Hebreus 1:3];
25. Símbolo da Paz Mundial, a imagem do período do Natal


Nota:
Esta comparação foi tirada de The Good Newsletter, de Former
Catholics for Christ, out/nov/dez 1997. Pode-se ver claramente que alguém criou uma falsificação secular de Jesus Cristo, colocando muitos de seus atributos no Papai Noel!

Existem tantos pontos em comum, que é impossível que essa criação tenha sido acidental. Em Jó 1:6-7, vemos que Satanás passeia pela Terra como se ela fosse o terreno de um jardim, totalmente sob seu controle.

Satanás pode ser imaginado como o mestre dos marionetes, que puxa as cordinhas na Terra.

Certamente, nestes dias finais, ele quer ter alguém que desvie a atenção, a admiração e o amor das crianças de Jesus Cristo.

Mas, não somente isso, também quer contaminar as crianças desde cedo com a mais devastadora das doenças espirituais, o amor aos bens materiais e o amor a si mesmo, que acompanham o desejo de receber o maior número possível de presentes!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Zumbis e o Evangelho


Russell Moore

Uma vez por ano, na cidade onde eu moro agora, há o que é conhecido como um “Zombie Walk“. Nesta noite, as pessoas (normalmente jovens moradores da cidade) se vestem como os “mortos vivos” da tradição de horror e arrastam-se com as mãos estendidas, gemendo, como um enxame, juntos, pelas ruas da cidade. Um jovem cristão que viu isso me disse que era a coisa mais próxima do que ele imaginava ser o inferno.
Eu pensei sobre os “zombie walkers” nesta manhã, enquanto lia um artigo do autor Chuck Klosterman, no New York Times, sobre a  razão de os zumbis darem a volta por cima na cultura popular americana. Klosterman argumenta que as histórias de zumbis representam, para muitos americanos contemporâneos, “alegorias para como eles percebem a sua existência no dia-a-dia.”
A grande verdade sobre zumbis, ele argumenta, é que mesmo mortos como eles são, eles continuam vindo. Assim que você “mata” um homem morto, há outro logo atrás dele. “Em outras palavras, matar zumbis é filosoficamente semelhante à ler e eliminar 400 e-mails de trabalho em uma manhã de segunda-feira, ou preencher uma papelada que só gera mais papelada, ou seguir fofocas de Twitter por obrigação, ou realizar tarefas tediosas em que o único risco real é ser consumido pela avalanche”.
Claramente, há algo sobre os zumbis que ressoa com a imaginação popular atual. Não são apenas zumbis retornando em filme de terror, mas eles estão por toda parte na ficção popular, desde romances de guerra apocalíptica de zumbis até as adaptações dos clássicos da ficção com os mortos-vivos (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”, baseado na obra “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen, é um exemplo). O próximo lançamento dos jogos de vídeo game terá Richard Nixon, entre várias pessoas, como um caçador de zumbis.
Eu acho que há mais do que cenário sobrecarregado descrito por Klosterman. O zumbi representa o que significa sentir-se morto-vivo e, ainda assim, incapaz de parar. Isso é, no fundo, uma condição espiritual, antes de ser sociológica.
Aqueles familiarizados com a história cristã sabem que o pecado humano original trouxe uma sentença de morte. O que muitas vezes não se nota é que essa pena de morte foi radicalmente graciosa. Após se juntar à serpente em sua rebelião contra Deus, o homem e a mulher estavam espiritualmente separados da vida com Deus. Eles foram mortos. Deus os exilou fora do Jardim do Éden não porque ele era maldoso com eles, mas para levá-los para longe do meio designado para manter as suas vidas, a Árvore da Vida. Deus enviou a humanidade pecadora para fora do santuário já que “não se deve, pois, permitir que ele tome também do fruto da árvore da vida e o coma, e viva para sempre” (Gênesis 3.22).
Afastados da árvore da vida, a rebelião de Adão e Eva terminaria finalmente em morte. Com o passar de cada geração de pecadores, havia a esperança de um novo começo, um recomeço que viria definitivamente quando uma nova raiz da vida humana surgiu, o Filho nascido de uma virgem, Filho de Eva.
Ao longo da história bíblica, porém, existem aqueles que acham que a morte é o único problema. Os Evangelhos nos falam, por exemplo, daqueles que perguntam a Jesus sobre como a “herdar a vida eterna” (Mateus 19.16; Lucas 10.25). Jesus responde apontando o caminho para a vida. Muitas vezes, deixando seus interlocutores perplexos e decepcionados (Mt 19:21-22; Lc 10:37).

Zumbi do seriado, "The Walking Dead".

Essa é a grande questão de todo o evangelho. A boa notícia não é apenas o fugir do fim da existência. Pior que isso é uma vida em curso presa em morte espiritual. Isso não é vida. Viver como uma criatura morta, dirigida por desejos demoníacos (Ef 2:1-3) é mais parecido com um zumbi do que a vida abundante prometida no evangelho. Afinal, em nosso pecado, é isso que nós éramos: cadáveres ambulantes que viviam apenas para alimentar nossos apetites.
Talvez por isso tão poucos são persuadidos pelos nossos apelos para a vida eterna. Para alguns, a própria ideia de vida eterna é a coisa mais desanimadora a se imaginar. E por boas razões. Eles são, como nós estávamos, o mortos-vivos. O evangelho é a promessa da vida eterna, mas só depois da promessa da morte.
Em Cristo, somos, crucificados e sepultados. Nosso corpo morto-vivo é finalmente posto para descansar. E então, em Cristo, somos elevados, não apenas à continuação da vida, mas à “vida nova” (Romanos 6.4), para uma “nova criação” (2 Coríntios 5.17).
Na próxima vez que você vir um romance de zumbis na prateleira da livraria, ou na próxima vez que você passar por um anúncio de algum filme de zumbis sangrentos, pare e ore por aqueles que se sentem como mortos-vivos.
E lembre-se que esta já foi a sua história de vida. Você estava morto para a fonte da vida. Você estava andando por uma força motriz que te consumia mais e mais, e que nunca poderia dar-lhe vida. E não havia fim à vista. “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, quando ainda estávamos mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo” (Efésios 2.5).

Tradução: Rafael Bello| iprodigo.com| original aqui

Estudo comprova o poder da oração em situações difíceis


Oração 198x250 Estudo comprova o poder da oração em situações difíceisDe acordo com estudos realizados por pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), pessoas oram para encontrar conforto pessoal em momentos difíceis. Cerca de 75% dos norte-americanos oram, pelo menos em um momento do dia, para gerenciar situações e emoções negativas, incluindo doenças, tristezas, traumas e a raiva.
Após entrevistar dezenas de vítimas de relações violentas com parceiros íntimos, Shane Sharp, estudante da pós-graduação em sociologia na Universidade de Wisconsin-Madison, descobriu que as orações ajudam muitas pessoas a lidar com seus problemas.
Pessoas que estavam com muita raiva encontraram alguém para ouvi-las e esse alguém era Jesus, que está sempre disponível. “Se essas pessoas despejassem sua raiva nos parceiros, o resultado seria mais violência”, afirma.
Durante a pesquisa os participantes começaram a olhar com o olhar das outras pessoas. “Durante a oração, as vítimas chegaram a ver como eles acreditavam que Deus as vê. Isso os ajudou a elevar os seus sentidos da auto-estima contrariado seus agressores com as palavras que os magoaram”.
Muitos dos entrevistados disseram acreditar em Deus, mas não pertencem a uma igreja específica. “Eles continuam a orar. Acredito que uma pesquisa futura deve considerar a oração como uma interação ao invés de um único ato unilateral”, finaliza.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...